Reunida a comissão, discutem-se os termos da campanha ou evento social, a forma que deverá tomar, métodos, objetivos, caminhos. Chegado a um consenso, o resultado é levado, preferencialmente por escrito, ao Presidente para a sua apreciação.
Porém o fato de haver uma comissão para tratar de determinado assunto não significa que a sua decisão deva prevalecer sobre a da Assembléia, nem que esta não deva ser ouvida ou se manifestar. Há que, necessariamente, passar pelo crivo da Assembléia.
Em verdade, os membros da comissão são os desenvolvedores da idéia inicial, mas não os seus donos. Sua função termina quando a assembléia aceita ou rejeita a opinião da comissão. Em qualquer dos dois casos, seus membros devem voltar à postura de associados, felizes em colaborar com a totalidade do clube - caso o resultado seja positivo, e sem guardar mágoas ou rancores - caso o resultado seja negativo.
Qualquer postura diversa destas, poderia ser encarada como princípios de facções, um dos males mais destrutivos encontrados em um clube, pois trazem em seu bojo a discriminação, o desamor, a irresignação, matando todo o sentimento de companheirismo que pudesse existir.
Em um clube de Lions não há lugar para egos inflados e, sim, para o exercício pleno da humildade e da coesão, sob pena, na melhor das hipóteses, de afastamento de associados e, na pior, de perda dos mesmos.
* CaL Rosinha Menezes