O fascínio que exerce a filosofia, a doutrina, o código de ética e os objetivos sobre qualquer outra organização, foi sempre uma constante ao longo de sua história.
Uma das descrições mais felizes sobre o movimento nos chega quando, eleito secretário em 1917, Melvin Jones começou a ter idéias novas, partindo de que "ninguém avança na vida se não começa a fazer alguma coisa pelo próximo", isto a significar que a grande força coletiva dos Clubes de Almoços, à época, poderia ser encaminhada para servir, desinteressadamente, a pessoas mais necessitadas.
Quando alguém deixa o Leonismo eu verdadeiramente sinto que o eminente cidadão ou cidadã não se tenha demorado nele, para viver esse Lions, onde a imaginação de seu fundador e de tantos outros autênticos se povoaram de todos os seus sonhos de poesia, de liberdade, de grandeza e de altruísmo.
Possuído do orgulho de ser do Lions, posso dizer que, para conhecê-lo e vivê-lo, não basta vê-lo, é preciso muito mais, é preciso que as duas almas, a do Leão e a do movimento, cheguem a entender-se, quantas vezes elas nem mesmo se falam!
O Lions é diferente da natureza que não conta os seus segredos para muitos, pois ele, aos milhares que o integram e para os seus admiradores inspira o seu amor. Mas mesmo com os de quem ele tem prazer em fazer pulsar o coração é preciso que eles se aproximem dele sem pressa de o deixar, com tempo para ouvi-lo.
* PDG José Aristóteles Falcão