O Brasil, quando o ex-presidente Collor de Melo assumiu o poder, era a oitava economia do mundo, o que foi altamente significativo, pois temos o G7, grupo dos sete paises mais ricos que praticamente coordenam a política econômica do mundo. Contudo, com a sua desastrada política econômica, comandada pela então ministra Zélia Cardoso de Melo, transformou a Economia Brasileira na décima quarta economia mundial o que ainda muito representa, porém o volume de dinheiro é manipulado por uma parcela pequena da população que prefere, em grande parte, especular no mercado financeiro, em vez de aplicar no processo produtivo do país ao contrário de paises como a China, que experimenta grande desenvolvimento econômico, pela mobilização de capitais internos em investimentos para sua Economia.
Por isso, a nossa economia precisa do volátil capital estrangeiro e fica na dependência de empréstimos do Fundo Monetário Internacional - FMI o que acaba drenando, pelos altos juros pagos, os recursos que seriam aplicados em investimentos públicos. A poupança interna do pequeno investidor é desestimulada pela baixa remuneração paga pelos Bancos em contradição aos altos juros cobrados pelos mesmos por seus empréstimos.
Paralelamente, os fatores que contribuem, segundo nossa modesta ótica, para o desemprego são :
No trânsito temos exemplos de falta de cortesia, onde procuramos levar sempre vantagens, ignorando as situações de trânsito difíceis que o outro porventura estiver enfrentando num determinado momento. Nos locais públicos onde filas se formam para atendimento, sentimos profundamente a falta de respeito ao próximo, o sentimento claro de se levar vantagem sobre o outro. Na ocupação de lugares em transporte coletivo ou locais de entretenimento, onde não haja assentos numerados, a disputa pelos mesmos chega a ser aviltante.
Por que agimos assim se até os animais se respeitam e eles não são racionais como nós? Veja o caso dos gansos que vivem em formação e lutam pela sobrevivência juntos. Quando um ganso fica doente ou é ferido por um tiro de um caçador desalmado e cai, dois gansos saem em formação e o acompanham para ajudá-lo e protegê-lo. Ficam com ele até que consiga voar novamente ou morrer. Que belo exemplo de solidariedade temos dos gansos e eles não são animais racionais, como o dito ser humano.
A falta de solidariedade é ao mesmo tempo causa e efeito desta situação. É um moto contínuo que podemos quebrar com a nossa mudança de atitude.
Será que desaprendemos a arte de agir e só sabemos reagir? Ou seja, se alguém nos trata bem, retribuímos senão é irrelevante para nós? Será que, se adotássemos a postura de respeitar o nosso semelhante e olhar para ele como nosso irmão, solidarizando-nos como Jesus apregoou e nos ensina através da Bíblia, a violência estaria nos níveis atuais? Será que a falta de solidariedade do ser humano em sua grande maioria, já que toda regra tem exceção, é uma das causas ou efeito da violência que enfrentamos hoje? Não sabemos avaliar sua extensão, mas com certeza se cada de nós fizer a sua parte, isto é, tratar o nosso semelhante com o devido respeito e consideração, solidarizando com ele nos momentos oportunos, iremos criar um espírito favorável nas comunidades em que vivemos e não é esse o nosso papel como leão?
Senão vejamos os objetivos do leonismo : "Criar e incentivar o espírito de respeitosa consideração entre os povos...", "Incentivar a prática da boa cidadania...", "Interessar-se pelo bem estar cívico, social e moral da comunidade.", "Mantermos-nos unidos pelos liames da amizade, do companheirismo e da compreensão mútua.".
Façamos a nossa parte como leão, não só cumprindo nossos objetivos mas também levantando a bandeira da solidariedade e sobretudo, criando programas sociais em nossos clubes, tais como : conscientização de cidadania, preservação do meio ambiente, erradicação do analfabetismo, uso racional da água potável entre outros, fáceis de serem implementados, bastando apenas boa vontade.
Enfim, sejamos leões, na acepção dos compromissos que conscientemente assumimos ...