O companheirismo reinante nos Lions logo fez com que os leões percebessem que desfrutavam seus clubes muito mais, quando podiam colaborar e demonstrar sua generosidade conjunta, em prol da melhoria da vida de nossos semelhantes. Esta afirmação ainda é verdadeira hoje em dia.
Companheirismo e prestação de serviço são dois conceitos tão inseparáveis como "amor e casamento". É difícil ter um sem o outro, mas a discussão sobre qual surgiu primeiro nunca termina. Servir origina companheirismo? Ou o companheirismo nos faz servir?
Não há dúvida que o companheirismo é a base que dá origem à prestação de serviço.
O desejo de servir provém do companheirismo. É um ato de amor, ou seja, não envolve um dever, sendo sua única recompensa um aumento do amor-próprio e da dignidade pessoal. Além disso, intensifica o sentimento de "pertencer" a um grupo com ideal de servir.
O companheirismo leonístico deve ser a prioridade básica de qualquer programa de atividade de um clube de Lions. Deve ser fundamental para um projeto de ação comunitária.
Sem companheirismo não haverá coesão, não haverá entusiasmo, não se realizará um trabalho social positivo, não existirá Lions.
O companheirismo é a união que transforma simples conhecidos em amigos fraternos, solidários nas alegrias e nas aflições. Daí é que se irradia a força de ação do movimento leonístico, na prática do ideal de servir.
Da convivência surge a amizade e da amizade surge o companheirismo, como instrumento eficaz de êxito na prática do ideal de servir.
Sem companheirismo não há ideal de Servir, porque ninguém serve sem amor.
Gabriela Mistral, poetisa chilena, prêmio Nobel de Literatura, em seu poema "O Prazer de Servir", relata com maestria o que é o ato sublime de servir:
* CL Paulo Fernando Silvestre